Cirurgia negada por "ausência de cobertura contratual"
Se há indicação médica e risco à saúde, a recusa pode ser abusiva.
Exame essencial recusado sob alegação de "indicação clínica insuficiente"
Sem diagnóstico, o tratamento atrasa — e a recusa pode ser abusiva.
Internação hospitalar negada mesmo em quadros graves
Em casos graves, a negativa pode ser ilegal e colocar sua saúde em risco
Medicamento de alto custo negado por "uso domiciliar" ou "ausência de previsão contratual"
A recusa ou troca do remédio indicado pelo médico pode ser abusiva.
Home care negado sob o argumento de "modalidade não coberta"
A falta desse suporte pode colocar a recuperação do paciente em risco.
Prótese, órtese ou material cirúrgico negado por "ausência de cobertura"
A escolha do material deve ser feita pelo médico, não pelo plano de saúde.
Terapias para TEA/autismo limitadas ou negadas
A recusa de tratamentos essenciais pode ser abusiva e prejudicar o desenvolvimento do paciente.
Terapias e tratamentos contínuos interrompidos por "quantidade excedida"
Essa recusa pode comprometer a evolução do paciente e ser abusiva.”
Negativa por "ausência no rol da ANS"
Mesmo fora do rol, a cobertura pode ser obrigatória em alguns casos.
Negativa por "carência contratual" — inclusive em emergências
Planos negam atendimento por carência, mesmo em urgência ou emergência. Porém, a lei limita ou afasta a carência nesses casos, e a recusa pode ser ilegal.
Negativa por "doença ou lesão preexistente"
Em casos de urgência ou emergência, essa recusa pode ser ilegal.
Negativa por "tratamento experimental"
Quando há indicação médica e eficácia reconhecida, a recusa pode ser abusiva.
Negativa por "relatório médico insuficiente"
Exigências excessivas podem ser abusivas e atrasar o tratamento.
Cancelamento indevido do plano durante o tratamento
A rescisão nesse momento pode ser abusiva e deixar o paciente desamparado.
Reajustes abusivos que tornam o plano inacessível
Aumentos excessivos, especialmente por idade, podem ser contestados.